A liberdade do ser humano reside em sua paz, não em sua felicidade. Estar em paz é resignar-se ao fato de que a felicidade não existe como um fim; talvez exista como parte. A paz vem do saber-se insaciável e reconhecer que a felicidade não existe plena, uma vez que sua busca pressupõe sofrimento. Felicidade e sofrimento são faces de uma mesma moeda, é necessário dar-lhes igual valor e atenção. Sem um, a outra ficaria desprovida de significado; mas a questão em si não é o maniqueísmo, e sim sua extinção.
Do adestramento da mente maniqueísta nasce a paz de espírito.
Um comentário:
cade essa paz Verinha, onde ela foi parar... perdi...
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